Categoria: Coisas que a gente vê no escuro

Adeus, Mozart

Texto publicado hoje n’O Popular. Mais inteligente do que ver a guerra, ou as versões sensacionalistas e espetacularizadas que nos chegam dela, é pensá-la e pensar a nossa relação com as imagens dos conflitos que assolam o mundo, imagens que, não é de hoje, circulam (ou, para usar um termo atual, viralizam) por aí. É […]

Ainda Stevens

Texto publicado hoje n’O Popular. Em novembro do ano recém-enterrado, discorri aqui sobre o clássico Os Brutos Também Amam (Shane). Bom, para começar 2018 falando sobre algo de que gosto (dizem que é mais saudável do que falar sobre o que odeio, desprezo ou me irrita, embora isso às vezes seja necessário), quero abordar outro […]

Futuro(s)

Texto publicado n’O Popular em 25.07.2017. Volta e meia nos deparamos com o uso do termo “datado” para criticar uma obra de arte, seja romance, livro, tela, filme, composição musical etc. Para o mal ou para o bem, toda obra de arte é “datada”. Em um romance do século XVIII, alguém viaja a cavalo para […]

Acho que foi em 1993

Crônica publicada hoje n’O Popular. Vi Caminhos Perigosos pela primeira vez aos treze anos. Não foi o primeiro filme de Martin Scorsese a que assisti. Antes, vira Touro Indomável (sobre o qual escrevi em novembro do ano passado neste espaço), mas então nada sabia do diretor; tinha oito anos e ficara surpreso que exibissem um filme em preto-e-branco […]

Notas sobre “Cavaleiro de Copas”

::: Cavaleiro de Copas investe em uma fluidez que acentua exatamente a fragmentação e o esgarçamento de seus personagens. Terrence Malick radicaliza procedimentos fílmicos semeados em Árvore da Vida e regados em Amor Pleno. Elementos deste e daquele comparecem no longa de 2015, mas, no lugar da possibilidade da aceitação dolorosa dos silêncios de D’us (em […]