Aliança possível

Resenha publicada ontem no Estadão. Judith Butler celebrizou-se no Brasil pelo que ocorreu em 2017, e não me refiro ao lançamento de Caminhos Divergentes – Judaicidade e Crítica do Sionismo. Em novembro, quando veio a São Paulo para o colóquio “Os Fins da Democracia”, uma horda assomou à porta do SESC Pompeia e ateou fogo […]

“In God’s name, when was that?”

“The path took Henry Pimber past the slag across the meadow creek where his only hornbeam hardened slowly in the southern shadow of the ridge and the trees of the separating wood began in rows as the lean road in his dream began, narrowing to nothing in the blank horizon, for train rails narrow behind […]

Ainda Stevens

Texto publicado hoje n’O Popular. Em novembro do ano recém-enterrado, discorri aqui sobre o clássico Os Brutos Também Amam (Shane). Bom, para começar 2018 falando sobre algo de que gosto (dizem que é mais saudável do que falar sobre o que odeio, desprezo ou me irrita, embora isso às vezes seja necessário), quero abordar outro […]

Humboldt

Voltei a O Legado de Humboldt uns vinte anos após a primeira leitura. É um dos livros que fizeram a minha cabeça naquela idade ébria para os que têm senso de humor e insuportável para os que têm um pingo de bom senso (eu gostava de pensar que tinha um pouco de cada) (estava errado, é […]

Aharon

Aharon Appelfeld faleceu ontem em Jerusalém. Tinha oitenta e cinco anos de idade. Eu o li pela primeira vez em 2009, em Israel. Antes, graças ao Operação Shylock de Philip Roth, lera sobre sua vida e o que passara. Nascido e criado na Bucovina, entre os judeus assimilados de cultura alemã, expostos à brisa da […]

Contornos da diáspora

Resenha publicada hoje no Estadão. Desde 2011, o paulistano Luis S. Krausz vem publicando um romance a cada dois anos: Desterro, Deserto, Bazar Paraná, vencedor do Prêmio Benvirá, e, agora, Outro Lugar, agraciado com o Prêmio Cepe Nacional de Literatura. São narrativas que trafegam no limiar entre a memória e a ficção e que, ao […]

Livros / 2017

Os livros de que mais gostei dentre os lançados pela primeira vez (ou em novas traduções) no Brasil no decorrer de 2017. Em ordem alfabética, por sobrenome do(a) autor(a). Ficção e não. Dentre os nacionais, meu predileto é Noite Dentro da Noite; dos estrangeiros, fico com o Walser, óbvio. Algumas observações ao final do post. […]