Jornada de autodescoberta

murakami

“Em O incolor Tsukuru Tazaki e seus anos de peregrinação, encontramos várias das características que tornaram Haruki Murakami um romancista tão bem-sucedido. Estão nele o tom de fábula, os ecos surreais, a inserção de diferentes níveis ou planos existenciais e o cuidado quase didático para com a estruturação. Emulando uma composição do húngaro Franz Liszt (1811-1886) intitulada justamente Os anos de peregrinação, o romancista japonês lança o seu protagonista numa jornada de autodescoberta que, embora não surpreenda pela originalidade, é bem amarrada e desenvolvida.”

Trecho da minha resenha do novo Murakami, publicada ontem no Estadão. Leia na íntegra AQUI.