Aventura humana

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Graça Infinita se abre a partir do material humano que pipoca em suas páginas, infenso ao solipsismo. Por mais insana e pynchoniana (há até um Bodine por ali) que seja, sua aventura remete, sobretudo, a um tatear interno, anímico, do que nos constitui, bom e mau, saudável e não, e nos liga ao outro.”

Trecho da minha resenha de Graça Infinita, romance de David Foster Wallace, publicada hoje n’O Estado de São Paulo. Leia na íntegra AQUI.