Distopia cotidiana

sperling

“Ao contrário do que em geral acontece, há uma verdade na orelha do livro de contos Um homem burro morreu: “O escritor Rafael Sperling é sem noção”. A falta de noção não é um problema, mas o combustível que alimenta os vinte e sete contos (mais um epílogo) deste que é o segundo livro do autor carioca de 29 anos. As histórias primam pelo absurdo, pela escatologia, pelo nonsense e por uma capacidade imaginativa impressionante.”

Trecho de minha resenha de Um homem burro morreu, de Rafael Sperling, publicada n’O Estado de S. Paulo em 20.09.2014. Leia na íntegra AQUI.