Da mais primitiva e bela humanidade

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Preciso lhes dizer, dar testemunho de algo que vi, algo que vivenciei e ainda vivencio na memória, atrás dos olhos e dentro do meu coração tão vermelho, mais vermelho do que nunca, e peço desculpas por só conseguir fazê-lo assim, desfolegado, num só bloco, as vírgulas constituindo pausas precárias e a ausência de pontos dando conta da minha sofreguidão (…)

Trecho da minha crônica desta quinzena para o jornal goianiense O Popular. Leia na íntegra AQUI. Quem não for assinante e quiser ler, basta se cadastrar. É rápido e gratuito.