Livros / 2017

Os livros de que mais gostei dentre os lançados pela primeira vez (ou em novas traduções) no Brasil no decorrer de 2017. Em ordem alfabética, por sobrenome do(a) autor(a). Ficção e não. Dentre os nacionais, meu predileto é Noite Dentro da Noite; dos estrangeiros, fico com o Walser, óbvio. Algumas observações ao final do post.

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GOSTAR DE OSTRAS
Bernardo Ajzenberg

VULGO GRACE
Margaret Atwood

LADAINHA
Bruna Beber

ESTA VIDA
Raymond Carver

AS COISAS QUE PERDEMOS NO FOGO
Mariana Enriquez

CALIBRE 22
Rubem Fonseca

OUTRO LUGAR
Luis S. Krausz

SANTUÁRIOS HETERODOXOS
SUBJETIVIDADE E HERESIA NA LITERATURA JUDAICA
DA EUROPA CENTRAL

Luis S. Krausz

SOLARIS
Stanislaw Lem

A MENTE IMPRUDENTE
Mark Lilla

ASSIM NA TERRA COMO EMBAIXO DA TERRA
Ana Paula Maia

GOG MAGOG
Patricia Melo

CRÔNICA DO PÁSSARO DE CORDA
Haruki Murakami

ANJO NOTURNO
Sérgio Sant’Anna

A ALMA DO MUNDO
Roger Scruton

AQUI DE DENTRO
Sam Shepard

PIQUENIQUE NA ESTRADA
Arkadi & Boris Strugátski

NOITE DENTRO DA NOITE
Joca Reiners Terron

OS IRMÃOS TANNER
Robert Walser

…………

Observações

O Ruido do Tempo, de Julian Barnes, e Zero K, de Don DeLillo, entraram na lista do ano passado, e O Último Grito, de Thomas Pynchon, na lista de 2013. Os três estão entre os melhores lançamentos deste ano no Brasil e eu não poderia deixar de mencioná-los.

Pelo critério de escolha exposto no começo do post, Finnegans Wake, de James Joyce, e The Recognitions, de William Gaddis, duas obras-primas que li este ano, também ficaram de fora. 

A tradução de Vulgo Grace por Geni Hirata foi primeiro lançada pela mesma Rocco em 2008 (antes, tivemos a versão de Maria José Silveira pela Marco Zero, em fins do século passado), mas presumo que a tenham revisto para a novíssima edição, justificando (né?) a inclusão na lista.